Ganhei na Timemania!!!!!!!!!!!!!!!!!
set26

Ganhei na Timemania!!!!!!!!!!!!!!!!!

Não é brincadeira não: ganhei na Timemania! Agora sim, é que vou poder ajudar ainda mais o meu querido Santa Cruz Futebol Clube. Foi a primeira vez em minha vida que ganhei na loteria. Antes disso, nem bingo ou sorteio de qualquer coisa. Sou um sucesso total em matéria de azar. Ou um fracasso completo em matéria de sorte. Aliás, é bom corrigir: eu era. A uruca é coisa do passado. A história é a seguinte: na véspera de mais uma viagem para Belém do Pará e Tocantins, achei dois contos no bolso. Uma nota velha, amassadinha, mas limpa depois de passar por não sei quantas lavagens na máquina lá de casa. Um dinheirinho quase perdido, troco de uma conta imemorial, talvez de uma água mineral comprada após um jogo no Arruda ou de um saquinho de jaca no centro da cidade. Não importa, o que importa é que adoro jaca e que ganhei na Timemania. Fiz a aposta, preguei o volante no quadro de cortiça bem na frente da mesa do meu notebook e fui embora para a Amazônia Legal Brasileira. Na volta, esqueci de conferir a aposta. Só ontem à noite, depois de batucar o texto de um free-lancer, notei o volante agitado graças à ventania do Ciclone pendurado no teto. Na internet, foi fácil  achar o resultado: 07-12-29-44… coração na boca. Conferi uma, duas vezes. Na mosca. E vou usar o prêmio todo para ajudar meu time. Podem conferir o resultado da Timemania 626. Eu fui um dos 13.240 apostadores que acertaram quatro números e faturaram R$ 6,00. Vou agora mesmo na loteca reapostar tudinho e marcar o coraçãozinho do...

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Ingresso a 50 reais, Timemania, problemas de comunicação e outras coisas, inclusive uma novidade – a vitória!
set24

Ingresso a 50 reais, Timemania, problemas de comunicação e outras coisas, inclusive uma novidade – a vitória!

Amigos corais, os editores do Blog do Santinha se revezam no mau-humor. Tem horas que é Inácio, tem horas que é Gerrá, tem horas que sou eu. Sempre temos o mau-humorado da vez. Me aguentem por hoje. Ontem fiz das tripas coração para chegar ao Arruda, saindo de um compromisso em Boa Viagem. Ônibus, táxi, cansaço, o cacete, para empurrar meu time e ver o novo treinador, que já caiu nas minhas graças por revelar que seu grande sonho profissional era treinar o Santa. Chego à bilheteria do Arruda faltando cinco minutos para o início do jogo e pergunto quanto é o ingresso da arquibancada. “Cinquenta reais”. Praguejei até a última geração da diretoria. Insultei com todos os meus recursos linguísticos do presidente ao diretor de futebol, passando pelo jurídico, coordenador de portaria, chefe da segurança, enfim. Porra, caralho, um jogo na terça-feira, às 21h40, contra o escrete do Oeste, o ingresso a R$ 50 reais! Alguém da diretoria sabe o que é uma feira, o que o cara faz com 50 reais? Será que não confundiram? Não seria um clássico contra o São Paulo, o Cruzeiro, que estão jogando fino? E nas acomodações de luxo da arquibancada, com direito a banheiro limpo e local para comer algo decente? Puto da vida, fiz concorrência com os cambistas. Abri concorrência pública. Cinco minutos pelo menor preço De R$ 40,00 baixaram para R$ 30,00 e finalmente comprei o ingresso a 25,00. Alô diretoria, são vocês que me obrigam a comprar ingresso numa porra de um cambista por metade do preço! Isso vai para a contabilidade do clube? Entrei no Arruda às 21h50. Tinha 16 caras no controle das catracas, fora uma quantidade de policiais que daria para vigiar metade do Recife. Isso é que se chama de “estratégia de acomodação do torcedor coral”. Para mim, é burrice. As arquibancadas eram um vazio dos pés a cabeça. A gente escutava até sussurro de namoro.  Teve um sujeito que falou ao celular “estou fazendo o supermercado aqui no Bompreço, junto do Arruda”, e a mulher acreditou. No anel superior, uma galera espalhada, que poderia estar no anel inferior, engrossando o caldo e fazendo o Arruda ferver. Do outro lado, as sociais. O Arruda, ontem, era um silêncio de igreja, só despertado por algum lance muito ruim ou gol. Hoje de manhã, Inácio me ligou e reclamei, puto da vida. “Rapaz, isso é estratégia da diretoria para que os torcedores virem sócios”, explicou Inácio. Se é estratégia, é uma estratégia burra, porque eu mesmo, que sou jornalista e louco pelo Santa, não sabia disso. Além disso, eu discordo dessa estratégia. Tem clube que já...

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Tarde sem jogo
set22

Tarde sem jogo

(Samarone Lima) Dos últimos meses, lembro de ter deixado de ver aquele jogo pela Copa do Brasil contra o tal de Santa Rita, algo assim. Inácio tinha comprado meu ingresso, botei na carteira e não sei por qual motivo, desisti de ir ao Arruda na última hora. Acho que meu anjo da guarda me protege mesmo, de vez em quando. Aquele empate que nos tirou do torneio. No sábado, fui ao Poço da Panela, tomei umas com Naná, encaminhamos umas coisas da Biblioteca Comunitária, da qual fazemos parte. Ele estava trabalhando para um bufê e disse que não iria, porque precisava dormir. Achei melhor. Eram 15h quando parei no bar Princesa Isabel, ao lado do Parque 13 de Maio e pedi uma dose de vodka. Pensei em tomar uma e me animar para ir ao jogo (só assim), mas lembrei dos últimos jogos do Santa, aquela coisa de doer na vista, então fiquei por ali mesmo. O bom foi que o bar estava vazio, no maior silêncio, fiquei lendo e escrevendo umas besteiras. No segundo tempo chegou um alvirrubro e pediu para Seu Azevedo ligar a TV. O jogo já estava 1 x 1. Tomei minhas doses e fui para casa, dormir. O Santa 2014 está me enchendo de tédio, isso sim. Vamos ver se o novo treinador dá um choque nesse time… (Gerrá da Zabumba) Depois da Copa do Mundo, confesso que meu entusiasmo para ir aos jogos está em baixa. A ruindade e a falta de raça do time são pra deixar qualquer tricolor coral santacruzense das bandas do Arruda sem tesão. Mas eu até me animei para ver a pelada contra o Icasa. Afinal, o tal Sérgio Guedes, um dos maiores enroladores que já vestiu nossa camisa de treinador, havia ido embora. Tracei a agenda e até combinei de levar minhas filhotas ao estádio. No sábado pela manhã fui para o Horto de Dois Irmãos com as pirralhas. Era o aniversário de 3 anos do tricolor Rafael, sobrinho do nosso sanfoneiro Chiló. Me permitam um parênteses: achei uma sacada genial, essa de comemorar aniversário no zoológico. Voltemos. O sanfoneiro quando me viu foi logo perguntando: “tu vai?” “Tou organizado para ir, bora?”, eu disse. “Tava até querendo, mas vai dar não. Vou não”, ele falou. Brincamos, comemos uns brebotes, tomamos uns refrigerantes, cantamos os parabéns. Era quase meio-dia quando saímos. Os primeiros a desistirem do jogo foram as mulheres. As meninas estavam moídas da festinha e Alessandra, desanimada. Preferiram ir para casa. Eu fui ao encontro de um amigo de longas datas que atualmente mora no Rio de Janeiro. Rumamos para o Mercado da Boa Vista....

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Pegou o beco. Caiu. Foi demitido. Não deu. Não aguentou a pressão. Não tinha mais clima. Seja o que for, foi melhor para nós, os torcedores
set18

Pegou o beco. Caiu. Foi demitido. Não deu. Não aguentou a pressão. Não tinha mais clima. Seja o que for, foi melhor para nós, os torcedores

Recebi uma mensagem curta e grossa do meu amigo cronista Gerrá Lima: “Sérgio Guedes pegou o beco”. Eu estava tomando um cafezinho, quase pedi uma Brahma gelada. Fazia meia hora que eu tinha lido um depoimento do presidente do clube, Antônio Luiz Neto, no Jornal do Commercio, onde ele era taxativo: “O Santa Cruz, nos últimos três anos e dez meses, se caracterizou pela estabilidade para atingir os seus objetivos. Sérgio é um treinador de capacidade e não tenho nenhuma razão para desacreditar do seu comando. Temos ainda muito chão pela frente e tenho certeza em uma reação”. A suposta “estabilidade” nos custou o tetra e uma vaga na Copa do Nordeste.  E o tal “muito chão pela frente” é muito mais curto do que se imagina. Já estamos a dez pontos do quarto colocado na ponta da tabela, e a dez da zona de rebaixamento. Minha preocupação é apenas uma – quem vai assumir o comando técnico do time coral. Vamos...

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Quando a massa coral morga, algo está errado!
set17

Quando a massa coral morga, algo está errado!

Samarone foi curto e objetivo.  “Não tenho saco para escrever nada. “Um time bosta, com um treinador bosta, é o que temos”. Foi essa mensagem que ele enviou  por e-mail. Inácio está passeando. Viajou pra Belém e, pelo que conheço do velho França, deve ter se animado ontem quando fizemos o primeiro gol e hoje deve estar invocado. Mas não podia ser diferente. Já se tornou uma tragicomédia esta nossa sina de ficar a frente no placar e não conseguir segurar o resultado. Quando não levamos o gol logo depois de termos feito, levamos no começo do segundo tempo. Ontem, quando minha esposa avisou que o Santa Cruz havia feito 1 a 0, eu ironizei e disse: “daqui a pouco, eles empatam”! Ela me chamou de pessimista. Mas logo sorriu e concordou. Acho que muitos por aí, devem ter pensado assim também. Quando chegamos nesse estágio, meus amigos, a coisa está séria. De uma maneira geral, ninguém tem esperança que nosso time melhore ou que as coisas mudem. Mas também, não é pra menos. O treinador é um apombalhado. Um sujeito com cara de donzelão, que não fala nada com nada e que tem o currículo recheado de demissões e fracassos. Não sei se vocês já repararam, mas Sérgio Guedes tem a fisionomia da derrota. Porém, sejamos justos, ele não colocou o cano do 38 na cabeça do Presidente Antônio Luiz Neto e gritou: “se não me contratar, meto-lhe bala”. Esqueçamos o técnico por alguns instantes e olhemos para algumas belas perronhas que estão no nosso time. Entre outras desgraças, temos: No setor defensivo, Marlon. Na cabeça de área, Everton. No meio campo, Emerson Santos e no ataque temos Keno. Eu poderia esticar mais a lista com Adilson, Nininho, Memo, etc, mas me tornaria repetitivo, afinal, nossa torcida sabe de cor e salteado os nomes dos peladeiros que estão no nosso elenco. Mas, outra vez,  justiça seja feita. Esses jogadores, muito menos seus empresários, não botaram a peixeira no pé da barriga de Tininho ou Jomar e disseram: “se não me levar, dano a faca no bucho”. Enfim, é em virtude de um time sem talento, mal treinado e sem alma, de um treinador de terceira categoria e de uma diretoria inerte, que bateu a famosa morgação na nossa torcida. Quando isto acontece, é provável que bons ventos não virão por aí. Na nossa história, nossos melhores times sempre tiveram a alma e o coração da massa coral. Este de hoje, não tem. Para mudar o rumo das coisas, é preciso dar uma chacoalhada nesse elenco. Comecem pela troca do treinador. Tragam alguém que tenha no semblante a imagem...

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